OS DEZ POSTS MAIS IMPORTANTES ATÉ AQUI (EU ACHO).

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26/12/2017

O ano está acabando e talvez seja um bom momento para recapitular alguns dos posts mais importantes que já rolaram por aqui. Eu não sei se consegui listar todos os pontos absolutamente mais relevantes, mas acho que deu para reunir uma boa quantidade de conteúdo de base. Assim a gente pode rever alguns pontos ou, se você chegou há pouco tempo, dar uma olhada no que já rolou de mais fundamental. Desta forma, entramos todas em 2018 no mesmo patamar, rs. Confiram a seleção:

Posts mais importantes

1. PRIMAVERA, VERÃO, OUTONO, INVERNO :: ANÁLISE CROMÁTICA

Um basicão para entender como funciona a Análise Cromática no método sazonal Expandido. Tudo bem explicadinho para ajudar todo mundo a assimilar as diferenças entre as estações das cartelas de cores. O mais relevante dentre os posts mais importantes, rs.

2. A TERCEIRA PEÇA

Não é todo mundo que ama a terceira peça como eu… Mas como ela é útil! E se vocês notarem, eu estou quase sempre com alguma (só estou dando uma margem de segurança aqui, acho que eu sempre tenho uma, nem que seja no carro, rs). No mínimo um bom acessório entra na roda! 

3. CORES QUENTES X CORES FRIAS

Aprenda a distinguir melhor tons quentes e tons frios – de todas as cores! 

4. VISTA-SE PARA O TRABALHO QUE VOCÊ QUER TER

Como sua roupa e imagem interferem na sua carreira. Mais que isso: como isso tudo interfere no seu desempenho no trabalho? Como usar essas informações a seu favor?

5.  QUIZ :: COR QUENTE X COR FRIA

Teste seus conhecimentos e descubra se você já consegue diferenciar tons quentes de tons frios.

6. POST DEFINITIVO SOBRE CONTRASTE & COLORAÇÃO PESSOAL

Tudo o que você precisa ver para assimilar de vez o conceito de contrastes. Saiba identificar os diferentes perfis – incluindo o seu – e também o que fazer com esta informação. 

7. SE ESSE CABELO FOSSE MEU :: JULIANA PAES

O caso da transformação capilar de Juliana Paes e o que podemos aprender sobre coloração com ele. Como lidar com a moda das baby lights?

8. “VERMELHO ME CAI BEM”

Aprendendo a lidar com a diferença entre “tom” e “cor” para derrubar crenças absolutas como “vermelho me cai bem”. 

9. QUÃO IMPORTANTE É A MAQUIAGEM PARA O SEU CONTRASTE?

Como equilibrar a sua maquiagem com o seu contraste. E mais importante: como ajustar a make às variações de contraste que venham a acontecer com você.

10. DRAMA :: SOU ALTO CONTRASTE E QUERO USAR NUDE

Este pecado capital comum da análise cromática tem solução e pode funcionar para você também!

Estes são alguns dos posts mais importantes que rolaram por aqui até hoje. Se você tem outra pauta que te marcou ou ficou com alguma dúvida, é só falar nos comentários! FELIZ NATAL & ANO NOVO!

Beijos,

gabi

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SOBRE O TRABALHO ESCRAVO NA MODA… E EM TODA PARTE

Comportamento
20/12/2017

Ontem passei o dia fora mas fui bombardeada com notícias de que a Animale e a Abrand, marcas de um mesmo grupo, foram flagradas produzindo peças numa confecção com trabalho em condições análogas ao trabalho escravo. Era um grupo de bolivianos que trabalhava o dia todo – e a noite toda – e ainda dormia no mesmo ambiente. Havia cinco crianças no meio disso. Para uma peça de roupa, estes costureiros recebiam às vezes R$5,00 ou R$6,00 para produzir peças que chegavam a encostar nos 700,00 reais no ponto de venda. Vergonhoso e ultrajante, não só como ser humano, mas como consumidor também. A discrepância só aumenta o grau de indignação… 

Mas eu não vim aqui fazer uma caça às bruxas. Acho que as marcas já estão recebendo uma enxurrada de questionamentos e repreensões, felizmente. No entanto, eu não quero chover no molhado. Minha intenção é divulgar e, ainda que bastante leiga, trazer algumas questões para reflexão, aproveitando a onda de indignação coletiva. O trabalho escravo na moda não é nenhuma novidade. E não acontece só em lugares como Bangladesh, como é de se imaginar. Estas mesmas oficinas de grifes nacionais ficam em São Paulo, no epicentro econômico do país. Se num lugar muito pobre já é inaceitável, no Brasil é estapafúrdio. 

Apesar disso, sabemos que a fonte do problema não está numa marca x ou y, mas sim no processo como um todo. A cadeia de produção não é sequer terceirizada. Já passou para uma quarteirização. Ou seja, a marca delega o processo para uma confecção A, que delega para a confecção B, que compra da confecção C. Nisso, todo mundo tira o seu, sobre alguém que recebeu uma merreca pelo produto que entrega pronto. A cadeia de produção mais parece a extinta CPMF, com seu efeito cascata

  

Boicotar parece a resposta óbvia e simples, certo? Eu queria acreditar que sim, mas é muito pouco. Assim como meu boicote ao Woody Allen só faz diferença na minha consciência e não na liberdade bolso dele, como eu gostaria. E o buraco vai muito mais embaixo do que uma calça de grife. Meu iPhone, meu chocolate, nossos tênis… E se não está no produto final, o trabalho escravo pode estar na matéria prima. No minério, no tecido, ou em partes como o botão que fecha o punho da manga da camisa. A escala das coisas se tornou tão enorme e distante que já não sabemos o suficiente. As próprias marcas têm dificuldade de controlar todas as etapas e/ou usam isso para serem negligentes e fecharem os olhos. Vamos dar o benefício da dúvida, apesar dos pesares…

O que a gente pode fazer? Boicotar é uma opção sim. Mas acho que não basta. Além disso, não sei como ficaria a situação de quem mal recebe 5 reais ou das costureiras em Bangladesh (recomendo este documentário de 2013 da NPR sobre a produção de uma camiseta na escala global). Amancio Ortega vai ser o último a quebrar na hierarquia da Zara… Por isso acredito que o boicote é pouco e potencialmente nocivo – especulação minha aqui. O que precisa acontecer é uma força-tarefa mundial e nacional. Será que se as marcas fossem responsabilizadas criminalmente fariam uma fiscalização mais eficaz? Delegariam menos processos? Teriam um departamento dedicado a garantir que as condições de trabalho estão adequadas? 

É muito mais complicado do que demonizar uma ou outra marca. E temos que reconhecer que empreender aqui no Brasil é quase um ato de heroísmo. Mas diante de uma calça de R$5,00 sendo vendida a R$700,00, fica difícil enxergar por este lado. Acho que boicotar é válido, mas não resolve o trabalho escravo. Temos que pressionar, divulgar, dar voz às pessoas e brigar por mais fiscalização e responsabilização. Eu não sou nenhuma especialista, longe disso, mas tenho um espaço e estou usando para algumas destas coisas. Se você conhece alguém ou algum órgão que tem uma boa proposta ou solução, divulgue aqui também. Além disso, vamos acompanhar o caso mais recente e ver que medidas práticas as marcas envolvidas vão tomar. Uma nota não resolve nada… Vamos ver se seguirão o exemplo da C&A, que passou a monitorar bem de perto essa situacão. O que pensam sobre isso?

Beijos,

gabi

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ULTRA VIOLET :: A COR DO ANO 2018 PARA A PANTONE

Estilo
08/12/2017

Nessa altura do campeonato todo mundo já deve ter visto a nova cor do ano 2018 segundo a Pantone, o Ultra Violet. Uma homenagem póstuma a Prince? Talvez. Mas não podemos negar que é um certo upgrade do Greenery, de 2017, pelo menos no departamento moda e beleza. Já a decoração talvez estivesse melhor com o verde… Pessoalmente, eu fiquei um pouco decepcionada com a escolha. Estava esperando uma cor mais saturada. Um vermelho, um amarelo, um pink! No entanto, quem sou eu para discutir com a Pantone, né? Se eles dizem, eu acredito, rs. 

Vamos olhar pelo lado bom: todo mundo tem algum tom de roxo para chamar de seu. Pelo menos todas as estações da Análise Cromática têm uma gama de roxos e seus derivados. Isso quer dizer que todo mundo vai ficar bem com o Ultra Violet? Não. Mas já é um avanço do Greenery, que funcionava para um quarto das cartelas – e não rolava para maquiagem de forma nenhuma. O importante é que cada um conta com alguma versão para se inspirar… Basta se orientar pela sua cartela ou ao menos pelo seu contraste, para quem não tiver feito sua análise ainda. O Ultra Violet é relativamente neutro, pelo que andei estudando aqui. Ele tem bastante azul, mas tem uma pitada de amarelo também, além do vermelho, claro. 

Apesar dos púrpuras serem relativamente democráticos, ele divide opiniões. Quando eu pergunto para as clientes quais são as cores que elas nunca usam, roxos encabeçam a lista (ao lado do amarelo e o marrom, não sei o motivo). Já no post que fiz no Instagram tinha gente satisfeita na mesma proporção que insatisfeita. O que eu acho? Sinceramente, esperava outra coisa. Mas meu maior problema com o Ultra Violet não é a cor e sim o tom. Achei muito sem vida. Faltou o “ultra“! Se fosse uma versão mais alegre, já me daria por satisfeita. Nesta configuração, acredito que funciona melhor para estações opacas. O que não quer dizer que a gente não possa variar a partir do mesmo tema, certo?

No meu caso, vou aceitar o desafio e tentar incorporar a cor daqui para frente. Por esporte mesmo, mas numa versão mais amiga da minha cartela. Na minha próxima saída, vou colocar minha única peça roxa e vou fotografar para mostrar no que deu, rs. E eu já até tenho uma ideia, que pode ajudar quem estiver empacado com o Ultra Violet: use com outra cor! A maioria das pessoas que implica com o roxo está tentando usar com preto. Aposto com vocês. Não é à toa que todo mundo acha que é muito Halloween. Já pensou em misturar com um pink? Um vermelho? Um azulão

 

ultra violet  

Eu acho que o bom e velho color blocking é a melhor solução para eliminar esta impressão ruim que temos dos violetas. Ainda mais para quem tem cartela colorida como eu. E o melhor é que com duas cores, já fica interessante o suficiente e pode até dispensar a terceira peça. Ótimo recurso para o calor do verão. Mas quem preferir versões mais sóbrias, pode procurar outras misturas como a com tons terrosos ou de cores análogas tipo variações do mesmo tom. E se tudo falhar, sempre teremos o azul marinho, né? Tem para todos os perfis. Montei umas ideias:

 

  ultra violet

Eu gosto bastante da mistura com o verde, fazendo um mix de cores secundárias ou ainda com o vinho, que tem o vermelho em comum. E se nem assim o Ultra Violet te interessar, tudo bem. Ninguém é obrigado, rs. Mas quero rever o papel do roxo na minha vida, só para ver se consigo fazer combinações novas. Até porque, tem muito tom interessante que funciona para a minha cartela. Vai que me agrada? O que acharam do Ultra Violet? Vão usar?

Beijos,

gabi

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