LINDO! MAS E EU COM ISSO?

Comportamento
19/04/2017

Pode parecer uma grosseria mas é apenas um convite para uma observação sobre seu estilo, rs. Eu ainda não comecei a falar sobre a questão dos estilos, que é um dos âmbitos trabalhados no processo de Consultoria de Imagem. Mas a cada cliente eu noto o quanto isso é importante, sobretudo hoje em dia, na era digital. Calma que eu explico…

Estilo Pessoal

Estamos expostas a tantas, tantas coisas… Muita informação mesmo! E dentre elas, muitos itens legais, que acabam nos cativando. Com isso, algumas vezes perdemos um pouco a bússola de quem nós somos. Hoje a Kylie Jenner usou um vestido lindo em tons terrosos, todo adesivo. Amanhã a Gigi Hadid coloca um boné belíssimo. Mais tarde, a Olivia Palermo veste a mais perfeita obra de alfaiataria. Um tempo depois, Emma Stone aparece num red carpet com um longo bordado com feitio vintage. Nesta sequência de referências que nos bombardeiam várias vezes ao dia, às vezes fica difícil lembrar o que nos agrada de fato, o que entra no nosso estilo. 

Estilo pessoal

Sempre que eu faço a Análise de Estilo, na maioria das vezes ou a pessoa é exclusivamente básica, o que pode acabar sem personalidade, ou a cliente usa absolutamente todas as referências… O que a deixa sem personalidade também. Veja bem, longe de mim querer restringir – peça a peça – o que alguém vai vestir. Sou sempre a favor da liberdade. Não é tanto “o que não fazer” e sim o “como fazer“. Ainda assim, claro que alguns elementos acabam limados ao definir o estilo pessoal. 

No meu caso, por exemplo, não sou nada romântica. Acho que nem combina muito com uma mulher na minha escala (ou meu senso de humor), rs. Por conta disso, eu provavelmente não usarei uma blusa de lacinhos ou de babadinhos. Por outro lado, eu até já escrevi um post sobre como usar a tendência dos babados para quem não é de estilo romântico. Era praticamente um post para mim mesma.

Irmãs, quase da mesma idade, modelos… E cada uma na sua. Você saberia diferenciar Gigi e Bella Hadid mesmo sem as cabeças, né?

Em suma, meu ponto é: bonito é bom… Mas tem a sua cara? Pode ficar com a sua cara? Eu sei que para isso é importante se reconhecer primeiro – o que pode ser um desafio bem difícil. Minha dica é justamente começar a diferenciar o que a gente acha lindo e o que a gente gostaria de usar. Em uma pergunta: Te representa? E isso vale desde o vestidinho da Kylie Jenner, até a nossa identidade como um todo. E um dos melhores efeitos colaterais de pensar desta forma é que você começa a gastar com muito mais propriedade e consciência. Eventualmente, gastar menos. O moço da Forever21 já recebe dinheiro o bastante de todas nós, certo?

PS: Sei que tenho postado pouco, mas o lado bom de tanto trabalho no offline é que ele me dá muitas ideias do que abordar por aqui, para ajudar mais gente. Nos próximos dias vou retomar o ritmo por aqui. Prometo!

Beijos,

gabi

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