05/01/2018

Já faz um tempinho que não divido um look meu por aqui… E esse é antiguinho, mas é charmoso, pelo menos eu acho – e por uma boa causa. No mês passado eu participei do MAC Care, o evento mundial da marca para o World Aids Day. Estive na loja para atender leitoras e clientes na ocasião onde o lucro das vendas da linha Viva Glam é revertido integralmente para instituições que cuidam de pessoas com a síndrome. Muito bacana!

Fui fazer uma degustação de Análise Cromática na loja, para ajudar as moças a escolher o seu melhor batom. [Aliás, muito obrigada a todas que foram me ver! Fiquei extasiada]! Para atender na MAC eu teria que ir toda de preto – e com uma roupa que me desse certa mobilidade. Por isso, fui mais minimalista mesmo. Mas sempre tem um jeitinho de contornar, rs. Com a falta da terceira peça, acabei usando uma versão de blusa que vale por duas:

Blusa: comprei fora | Calça: Mixed | Bolsa: Manufact | Colares: Camila Klein

A blusa com gola e punho de outra cor já dá uma informação a mais, como eu gosto. Como vocês sabem, eu sempre prefiro usar colorido com colorido. Mas já não lembro se eu dividi aqui que eu faço o inverso com cores básicas. Criei o hábito de usar cores consideradas neutras com outros neutros. Preto, branco, bege, cinza, marinho… Nesse caso, ainda rolou uma monocromia do preto, que emagrece duas vezes, rs. Além de alongar com uma cor só, o tom escuro dá aquela afinada.

Usei com essa calça que tem o melhor caimento do mundo. Veste como uma luva e deixa tudo no lugar! É o modelo “Claudia” da Mixed, que vende lá há milênios. Ela é bem amiga! Nos pés eu coloquei uma sandália nude, porque eu prefiro usar calça flare com sapato aberto. Não sei explicar bem o motivo, acho que é uma implicância pessoal. Então não interpretem como recomendação… A menos que dividam a opinião, rs.

Aproveitei a ocasião para usar um dos batons da linha Viva Glam da MAC. Este é o batom assinado pela atriz Taraji P. Henson. Ia usar só na loja, mas acabei gostando tanto que comprei e levei para casa, rs. Não fica um complemento bonito com o verde da pedra e da bolsa? Vocês sabem que eu amo a dupla verde e rosa, né? A ação já acabou, mas pode comprar Viva Glam o ano todo que ainda tem parte da renda revertida para a causa. Gostaram do look?

Beijos,

gabi

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01/01/2018

Antes de mais nada, Feliz ano novo! Que o 2018 seja o melhor ano até hoje para todas nós. Acho que vale abrir o ano pensando numa vida mais enxuta e estratégica, pelo menos no que diz respeito ao armário ou consumo em geral. Assim resolvi abrir com o pé direito… E o esquerdo, rs. De quantos sapatos você precisa?

Sapatos são uma notória obsessão feminina e até fetiche para alguns. Por isso, eu sei que a nosso relacionamento com eles nem sempre é muito objetivo. Eles apelam para o nosso emocional como poucas coisas. Sem contar que nem precisa tirar a roupa para experimentar. É muito fácil se deixar seduzir por mais um. Mas e se você só pudesse ter 3 sapatos?

Eu poderia viver com apenas 3, desde que eu tivesse os modelos certos. Observando as minhas atividades, meu estilo, minha anatomia e geografia cheguei no menor denominador possível (mas antes de começarmos, quero dizer que chinelo não conta, é café com leite, e eu não vivo sem):

    

Considerem isso: eu sou carioca, tenho um estilo meio arrumadinho, mas curto sapatos mais sexy e ainda busco sempre alongar a silhueta. Por isso, se eu só pudesse ter um trio de sapatos, eles seriam versáteis, mas alinhados e poderosos:

Rasteira metalizada: Eu sempre digo que metalizado vale por dois. É uma cor tão versátil quanto o nude e ainda dá um ar mais refinado à uma sandália rasteira. Tenho sempre uma assim. Eu sei que nem todas curtem, mas as minhas favoritas são as gladiadoras. Não é qualquer modelo também… Mas na medida certa de altura e tiras, é o que mais gosto, justamente porque acho mais sexy. Lembrando que, uma vez no Rio de Janeiro, este é o sapato que você mais vai usar, via de regra.

 

Bota de Montaria: Quando morei fora passei uns seis meses usando exclusivamente uma bota dessas. Eu amo como ela veste e também o conforto. Eu escolheria preta porque na maioria das vezes eu caso com calça legging preta. Assim a silhueta fica bem contínua.

Sandália nude: É linda, alonga a perna e vai com tudo. Eu disse tudo. Branco? Vermelho? Roxo? Neon? Sim, sim, sim e sim. Para pessoas de outros estilos, talvez fosse um scarpin aqui. Já eu prefiro sandálias e essas vão até em casamento.

Oncinha: Há quem diga que onça é muito chamativo. Eu considero algo básico como preto, rs. Aliás, dá um diferencial enorme em roupas básicas. Por isso entra fácil no meu top 4.

Pedrarias: Tenho uma sandália de pedrarias há anos e amo de paixão. Adoro usar não só em festas, mas também fazendo um contraste com calça jeans, por exemplo. O desafio é encontrar um modelo com pedras legais e com cara de caro. Acho que um segredo é fugir de pedras brancas.

Espadrilha: Pensa comigo… Rio de Janeiro = Pedra portuguesa. Na minha cidade, a espadrilha pode ser a sua melhor amiga, principalmente para quem gosta de salto – e também gosta de conforto. Ainda acho que é o par ideal para vestidos longos.

Scarpin: Eu prefiro os sapatos abertos aos fechados. Mas se eu for usar fechado, tirando a bota, ele provavelmente vai ser de bico fino. Tem a ver com meu estilo complementar, sexy. Se fosse bico redondo, seria muito girlie para mim.

É importante lembrar que esta não é uma lista absoluta, mas totalmente personalizada para as minhas demandas. Para muitas pessoas, meu top 1 não estaria nem em seu top 10, rs. Mas o que eu posso garantir aqui é que, se eu tiver uma boa base de sapatos bonitos, versáteis e funcionais, não vou precisar ter tantos. E isso vale para todo mundo, desde que seja algo na medida para você. É por isso que eu não sou muito partidária do tal “must-have“. Como uma estudante de 20 anos do Rio e uma CEO de 50 anos em São Paulo poderiam ter os mesmos calçados?

Fazendo escolhas com planejamento e versatilidade para o essencial permite ainda que você compre uma algo mais ousado sem que isso prejudique o funcionamento do seu armário. Com a base consolidada, até uma bota pink de verniz pode encaixar na sapateira sem grandes prejuízos.

E um aviso legal: neste mês vai rolar post todos os dias aqui no blog! É a minha versão inspired do #Checkmate, rs. Então não esqueçam de vir aqui quando puderem. Vai ter conteúdo técnico, de estilo, de beleza, de inspirações… O importante é que todo dia tem novidade aqui em janeiro. E se quiser compartilhar com as amigas e a família, eu aprecio e agradeço. Vejo vocês amanhã?

Beijos,

gabi

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08/12/2017

Nessa altura do campeonato todo mundo já deve ter visto a nova cor do ano 2018 segundo a Pantone, o Ultra Violet. Uma homenagem póstuma a Prince? Talvez. Mas não podemos negar que é um certo upgrade do Greenery, de 2017, pelo menos no departamento moda e beleza. Já a decoração talvez estivesse melhor com o verde… Pessoalmente, eu fiquei um pouco decepcionada com a escolha. Estava esperando uma cor mais saturada. Um vermelho, um amarelo, um pink! No entanto, quem sou eu para discutir com a Pantone, né? Se eles dizem, eu acredito, rs. 

Vamos olhar pelo lado bom: todo mundo tem algum tom de roxo para chamar de seu. Pelo menos todas as estações da Análise Cromática têm uma gama de roxos e seus derivados. Isso quer dizer que todo mundo vai ficar bem com o Ultra Violet? Não. Mas já é um avanço do Greenery, que funcionava para um quarto das cartelas – e não rolava para maquiagem de forma nenhuma. O importante é que cada um conta com alguma versão para se inspirar… Basta se orientar pela sua cartela ou ao menos pelo seu contraste, para quem não tiver feito sua análise ainda. O Ultra Violet é relativamente neutro, pelo que andei estudando aqui. Ele tem bastante azul, mas tem uma pitada de amarelo também, além do vermelho, claro. 

Apesar dos púrpuras serem relativamente democráticos, ele divide opiniões. Quando eu pergunto para as clientes quais são as cores que elas nunca usam, roxos encabeçam a lista (ao lado do amarelo e o marrom, não sei o motivo). Já no post que fiz no Instagram tinha gente satisfeita na mesma proporção que insatisfeita. O que eu acho? Sinceramente, esperava outra coisa. Mas meu maior problema com o Ultra Violet não é a cor e sim o tom. Achei muito sem vida. Faltou o “ultra“! Se fosse uma versão mais alegre, já me daria por satisfeita. Nesta configuração, acredito que funciona melhor para estações opacas. O que não quer dizer que a gente não possa variar a partir do mesmo tema, certo?

No meu caso, vou aceitar o desafio e tentar incorporar a cor daqui para frente. Por esporte mesmo, mas numa versão mais amiga da minha cartela. Na minha próxima saída, vou colocar minha única peça roxa e vou fotografar para mostrar no que deu, rs. E eu já até tenho uma ideia, que pode ajudar quem estiver empacado com o Ultra Violet: use com outra cor! A maioria das pessoas que implica com o roxo está tentando usar com preto. Aposto com vocês. Não é à toa que todo mundo acha que é muito Halloween. Já pensou em misturar com um pink? Um vermelho? Um azulão

 

ultra violet  

Eu acho que o bom e velho color blocking é a melhor solução para eliminar esta impressão ruim que temos dos violetas. Ainda mais para quem tem cartela colorida como eu. E o melhor é que com duas cores, já fica interessante o suficiente e pode até dispensar a terceira peça. Ótimo recurso para o calor do verão. Mas quem preferir versões mais sóbrias, pode procurar outras misturas como a com tons terrosos ou de cores análogas tipo variações do mesmo tom. E se tudo falhar, sempre teremos o azul marinho, né? Tem para todos os perfis. Montei umas ideias:

 

  ultra violet

Eu gosto bastante da mistura com o verde, fazendo um mix de cores secundárias ou ainda com o vinho, que tem o vermelho em comum. E se nem assim o Ultra Violet te interessar, tudo bem. Ninguém é obrigado, rs. Mas quero rever o papel do roxo na minha vida, só para ver se consigo fazer combinações novas. Até porque, tem muito tom interessante que funciona para a minha cartela. Vai que me agrada? O que acharam do Ultra Violet? Vão usar?

Beijos,

gabi

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