7 CORTES DE CABELO PARA DISFARÇAR TESTA GRANDE

Beleza
07/11/2018

Ontem eu falei no Instagram rapidamente sobre penteados para rosto quadrado (o post sobre formato de rosto esta aqui) e depois abri para perguntas e me surpreendi com a quantidade de gente querendo disfarçar testa grande! Como isso é um assunto à parte, resolvi fazer um post para ajudar quem está querendo atenuar este traço na própria fisionomia. Eu nem sei se todo mundo que se queixou tem mesmo testa grande, né? A gente adora inventar um problema, rs. Ainda assim, a ilusão de ótica tá aí para nos servir e a gente experimentar um pouco para saber melhor. Selecionei 7 opções de corte de cabelo para quem está querendo disfarçar o tamanho da testa. Vou começar pelas opções mais óbvias, as franjas! Afinal, cobrir a dita cuja é a opção mais fácil, né? 

Começando pela franja desfiadinha da Rachel McAdams. Amo que ela tem essa carinha de menina contrastando com traços bem fortes do formato do rosto dela. Por isso, sempre acho que uma franja leve cai bem para ela, trazendo uma leveza. O mesmo acontece para testas avantajadas. Observem que ela não puxa o fio central da franja muito lá de trás… Isso faria a testa parecer maior. 

Franja tipo cortina ajuda a segmentar um pouco a região também. Dakota Johnson tem uma das maiores testas do showbiz e sempre é recriminada por isso, mesmo sendo linda de qualquer jeito. É um mercadinho cruel! Mas eu trago isso apenas para dizer que ela é ótima referência para franjas em geral. A moça sabe o que fazer! Pode ficar de olho nela. 

Inclusive, olha ela aqui de novo, com uma versão lateral desfiada! Funciona super bem também, sobretudo com a raiz mais volumosa nas laterais da cabeça com o cabelo preso. Volume lateral é uma ferramenta importante para testas longas!

Ah, mas eu sou cacheada, como vou ter franja? Melhor ainda! Isso mesmo que você leu: melhor ainda. Lembra o que eu falei do volume ali em cima? Cachos são uma ótima ferramenta neste caso. Sem contar que franja cacheada está tão, tão na moda que não vai ser difícil encontrar um bom cabeleireiro que saiba fazer isso para você. 

 

Cabelo curto? Também não é problema. Um dos cortes mais lindos que eu já vi na vida é esse pixie, famoso joãozinho, da Michelle Williams. Se um dia eu for curta, esperem por este corte. O que eu gosto dele é que não é bem uma franja… Mas é também. E não é, rs. Nele o cabelo fica todo penteado para a frente. Quando fica mais curto, pára um pouco acima dos olhos. Conforme cresce, vira um franjão lateral. Eu amo! E ainda faz aquele volume lateral desejado.   

Não quer franja? Tudo bem. Vamos falar da risca do cabelo. A melhor no caso de uma testa grande é a risca lateral. Isso porque ela ajuda a tirar visualmente uns milímetros do topo da cabeça. Assim fica um pouco mais equilibrado. Só cuidado para não jogar o cabelo e fazer um topetão que crie volume só pra cima.

Assim como o cacheado, o ondulado é excelente opção para fazer um volume lateral que equilibre o tamanho da testa. Um corte mais curto também. O cabelo lisão e longo só vai fazer uma moldura lânguida em volta da testa e ela vai se destacar mais. Se seu cabelo é bem liso, tente usar algum dos outros recursos ou cortar um pouco no comprimento. 

O que acharam? Gostam das sugestões para testa grande? Que outras dificuldades vocês têm com o corte de cabelo?

Beijos,

gabi

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CABELOS BRANCOS :: QUANDO É A HORA?

Beleza
29/05/2018

Volta e meia alguma amiga ou leitora me pergunta sobre os cabelos brancos. Acho que este é um dilema de muitas mulheres, sobretudo as que têm cabelos brancos desde cedo e em muita quantidade. Não diria que existe uma “regra”, ainda que sub-entendida, do momento ideal para assumir os fios grisalhos. Para algumas é o relógio biológico quem manda. Para outras, o “nunca” é uma opção válida, rs. Mas resolvi contribuir com meus centavinhos sobre este tema… 

   

Como sempre, depende. Tudo é relativo! Não existe um humano igual ao outro e, por isso, acredito que cada um vai ter sempre uma demanda diferente. Onde você trabalha? Como são as pessoas neste ambiente? Em qual lugar você vive? Qual é a sua fisionomia? Qual é seu meio social? Tem um relacionamento? Está a procura de um? Como é essa pessoa? Tudo isso entra na conta. Além de claro, o mais importante segundo eu mesma: qual é a sua coloração

Dito tudo isso, vou tentar escrever de uma forma genérica e da forma que eu colocaria para as minhas amigas (com quem tenho intimidade e total liberdade, ok?). Eu acredito que nem sempre a biologia está de acordo com as nosso estágio de vida e nossas demandas pessoais. Isso vale para muitas coisas e também para os cabelos brancos. Se você você trabalha num ambiente onde a jovialidade e a vitalidade são valorizados, talvez seja melhor postergar o look grisalho. Por outro lado, se você precisa parecer mais madura, pode ser um bom negócio. Se você já tem um(a) parceiro(a) talvez não precise pensar duas vezes. Mas se você está buscando alguém e tem certas preferências, talvez esta pessoa também tenha…

Acho sensacional que hoje a gente tenha uma aceitação muito maior dos cabelos brancos – inclusive eu mesma pretendo ser toda grisalha, como a minha avó, um dia. Acho super sofisticado quando bem cuidado! Mas não precisa ser consultora de imagem para saber que cabelos brancos envelhecem a fisionomia. Por isso, é importante ser estratégica na hora de adotá-los. É claro que eu não estou falando de uns fios aleatórios no meio do cabelo, no estilo Renata Vasconcellos (também conhecida como a mulher mais linda do Brasil segundo eu mesma). Estou falando de cabelos brancos tipo Miranda Priestly

É claro que eu adoraria vir aqui e dizer para todo mundo que pintar cabelo é bobagem e que isso não importa… Mas não é o que corresponde às sinapses dos nossos cérebros (a culpa não é minha, viu?). Se eu fosse colocar em dígitos, numa média bem generalizada, minha abordagem em relação aos cabelos brancos seria:

Até os 40 anos :: Eu não recomendo a cabeça branca antes dos 40 anos de forma nenhuma. Acredito que isso causa uma dissonância cognitiva e as pessoas ficam atordoadas num efeito Glória Maria, perdidas no tempo. 

Até os 55 anos :: Entre 40 e 55 anos, em pleno 2018, acredito que ainda não é a hora de se tornar grisalha. Afinal, 40 é o novo 30. Mas se você se isso não for afetar negativamente o seu trabalho ou suas ambições sociais, por que não? Se isso é o que você quer mesmo, vá em frente. 

Até os 70 anos :: É um período longo, eu sei. Mas aqui eu diria que vai depender de cada caso. Você imagina Ivete Sangalo grisalha em 9 anos? Eu não consigo. Mas Meryl Streep estava de cabeça branca aos 56 anos em O Diabo Veste Prada e ficou perfeita. Então pense nestes dois exemplos e busque uma identificação. Eu acho que eu vou estar mais para Meryl. Não bebi na fonte da Ivete, infelizmente, rs. 

A partir dos 70 anos :: Pode ser antes, pode ser depois mas, numa média, eu diria que os 70 são o momento em que não ter nenhum cabelo branco aparente fica muito estranho. A natureza não é gentil assim com ninguém, rs. Por isso, uma cor chapada nesta fase da vida pode ter o mesmo efeito de dissonância cognitiva do primeiro item. Uma outra questão é a coloração. A gente perde pigmento conforme envelhecemos e não é só no cabelo. De acordo com a temperatura da pele e nível de contraste ter os fios grisalhos pode ser mais jogo do que se tacar na tintura. Um estudo recente mostrou que as peles “esfriam” com a chegada da terceira idade.

E já que falei de coloração, vale lembrar que a maioria das “belezas grisalhas” que vemos por aí são de mulheres brancas e branquelas, de olho claro e contraste baixo natural. Ou seja, é preciso buscar novas referências antes de tomar qualquer decisão. Para negras, por exemplo, eu indicaria mais um tom de cinza do que o branco. Mas se a pele for quente, talvez um castanho acinzentado. O mesmo vale para brancas de pele quente: vale mais um bege ou marfim do que o próprio branco – o que talvez não dispense uma tintura ocasional. Resumindo: tem que escolher com sabedoria o tom dos cabelos brancos também.

Claro que nada disso é regra. Aliás, boa parte do que está aí é minha opinião, porque não existe regra para isso em nenhuma tábula de mandamentos. Isso é o que eu considero razoável, juntando um pouco de técnica, um pouquinho de experiência e uma pitada de impressões pessoais. E não custa nada reforçar que tudo isso é sugestão de consumo, rs. O bem-estar e a autoestima são as principais metas da consultoria de imagem. Se você se sente linda com cabelos brancos na sua idade, não tem porque me dar ouvidos, certo? Mas, quem estava na dúvida, pode se orientar por este humilde post e suas referências. O que acham?

Beijos,

gabi

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UMA BREVE ANÁLISE DO VESTIDO DE NOIVA DE MEGHAN MARKLE

Consultoria de Imagem
23/05/2018

Eu sei que o casamento real foi no sábado e que talvez vocês já estejam levemente saturadas do assunto “royal wedding” (eu não, mas ok, rs). Mas só agora eu consegui sentar para escrever meu parecer sobre as escolhas da noiva/princesa/duquesa Meghan Markle. De certa forma, foi bom esperar um pouco também para ouvir as opiniões de ambos os lados. Mas é claro que eu não estou aqui apenas para repetir o que já foi dito. O importante aqui é o que a consultoria de imagem tem a dizer sobre este vestido, este momento, este look completo. 

• O estilo :: Muita gente achou o modelito Givenchy sem-graça. Eu chamaria de clássico. Tenho sim algumas ressalvas para este vestido, mas nenhuma se refere ao estilo. Primeiramente, porque é a cara dela. Meghan Markle tem um estilo ultra clássico e, desde que se tornou elemento da família real, não foi nada menos do completamente protocolar. Existem algumas teorias sobre a real inspiração para o vestido, mas se alguém me dissesse que saiu da cabeça dela eu acreditaria totalmente. Ela estava vestida dela mesma, o que é o melhor tipo de roupa. 

Outro ponto importante: a hierarquia. Kate Middleton seria a rainha na linha de sucessão. Por isso, Meghan não poderia concorrer com o look de noiva da cunhada de forma nenhuma. Ao invés de fazer um elaborado pela metade, foi no caminho oposto, com o modelo mais enxuto possível. Mais uma questão: casamento de manhã, na primavera, numa residência mais campestre da família real, fora de Londres. Precisa de tanta coisa assim? O mesmo vale para a maquiagem aqui. Eu não colocaria uma gota a mais. Bom, talvez um batonzinho, por motivos pessoais, rs.

Por fim, o ápice da estratégia, na minha opinião: deixar todo o ponto focal para o rosto. Sem nenhum destaque no vestido e detalhes apenas nas jóias, não nos resta outra opção a não ser olhar para o rosto de Meghan Markle. E que rosto, não é mesmo? A acho deslumbrante desde o primeiro episódio de Suits.

Coloração :: Eu tenho uma teoria de que Meghan Markle é uma daquelas raras pessoas que fica bem de branco. Talvez eu não achasse isso até vê-la de fato no vestido. Mas dá para dizer que não funcionou? Ainda mais com tão pouca maquiagem? Eu vejo viço ali! Não acho que ela tenha pele fria, exatamente. Mas acredito que ela possa ser de uma cartela neutra de Inverno. Só uma teoria minha… 

Modelagem :: É aqui e apenas aqui que eu tenho alguma ressalva com este Givenchy para a Meghan Markle. São duas questões para mim. A primeira, é o caimento. Acho que o tecido é um pouco mais robusto do que eu gostaria e, por isso, acabou não ficando tão ajustado nos braços (ela tem braços bem fininhos) e no colo. Acredito que o resto do vestido não marcava o corpo por uma escolha da noiva mesmo. É a versão dela de modéstia e discrição. Mas quando isso acontece no braço, fica parecendo que faltou ajuste. 

A segunda é o tipo físico da noiva, que não foi considerado. Meghan Markle é um clássico triângulo invertido (assim como Kate Middleton). Isso significa que ela tem os ombros mais largos que os quadris, proporcionalmente. Com isso, um decote canoa não seria a minha opção para ela – a menos que a saia fosse bem mais rodada no quadril. Na foto em que ela desce as escadas nota-se bem a desproporção. Já o seu segundo vestido, Stella McCartney, é perfeito para o seu tipo de corpo, porque tem um decote que diminui visualmente os ombros e cria a ilusão de uma silhueta bem ampulheta. Ponto para ele. 

• A tiara :: A tiara foi o ponto alto deste look para mim. Não só porque é linda até dizer chega (bem do jeitinho vintage que eu gosto) mas também porque é tecnicamente perfeita. Lembram que eu falei do rosto ser o único ponto focal? A tiara é o elemento que mais reforça isso. Além de deixar conservar o formato do seu rosto bem oval, ele tem uma simetria centralizada que guia o olhar para o centro do rosto dela. Assim a gente não como deixar de olhar para o rosto. O cabelo partido no meio também contribui. Mesmo na foto de grupo, observem:

O ponto focal da foto é ela. O rosto dela. O segundo é a Beth, rs. Aliás, eu gostei do look verdinho dela, viu? Achei ótimo para a coloração dela e tá no esquema de cores da família. Sem contar que tem uma pitadinha de roxo ali, a cor complementar – e da realeza. Dando seu recado, né?

E aí? O que acharam do look da Meghan Markle? Saíram do post com a mesma opinião que entraram, rs? Eu amei este casamento ainda mais que o primeiro. E vocês?

Beijos,

gabi

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