Hoje é Dia Internacional da Mulher. Se quando eu era mais nova era só uma data bonitinha, hoje a gente sabe melhor da importância deste dia. O que ele representa. Provavelmente ao longo do dia você cruzou com diversas imagens de flores, de empoderamento feminino e até umas campanhas bem boladas… Adoro tudo isso! Mas nesse ano eu decidi que queria fazer algo um pouco diferente e contribuir com algo mais tangível. Algo para colocar em prática mesmo, no trabalho

     

Não é nenhum segredo ou surpresa que o mercado de trabalho é muito mais selvagem para a mulher do que para o homem. Tem disparidade de salários, de oportunidades, assédio… Aquilo que já sabemos. Volta e meia eu divulgo alguma pesquisa aqui relacionada ao mercado de trabalho. A imagem pessoal pode interferir no seu salário em até 20%. Uma mulher que se arruma chega a ganhar 20% a mais do que uma que não se arruma, por exemplo (grosso modo). E isso não acontece igual para os homens.

Outra pesquisa que me deixou muito balançada, mas não surpresa é a disparidade de auto-cobrança de nós para eles. Um homem se candidata para uma vaga de emprego se ele acredita que tem 60% das habilidades requeridas para a vaga. Nós não mandamos nem o CV a menos que possamos cumprir 100% dos pré-requisitos. O mesmo vale para subir de cargo na empresa. Achei este vídeo esses dias que ilustra bem esses dados, com mais dados:

Só achei em inglês mesmo, infelizmente. Mas o resumo da ópera é que autoconfiança parece ter um papel mais importante do que competência num ambiente de trabalho. E que homens superestimam o próprio desempenho em 30%… Não só isso como os dos colegas homens também. E também subestimam o das colegas mulheres. Pior ainda: isso traz retorno. São esses que acabam sendo escolhidos para posições de liderança, mesmo quando existem mulheres mais qualificadas.

Mais uma vez, dá para ver como autoconfiança pode ser determinante num processo de seleção ou de promoção. Não vou entrar no mérito do tamanho da injustiça, porque não é o foco deste post. O que eu quero mesmo é ver como eu posso ajudar. E se o tópico é autoestima, eu sei que posso ajudar. Acompanho de perto e de longe algumas mulheres à minha volta, desde amigas a clientes ou leitoras e, sobretudo na crise, sei que tem bastante gente com dificuldade para achar trabalho ou alcançar a merecida promoção. Se confiança tem mesmo um papel nisso – e eu acho que tem – a consultoria de imagem pode ajudar a simular o efeito:

Usar maquiagem :: Mulheres que usam maquiagem são percebidas como mais competentes e confiáveis do que as que não usam. Inclusive, muita maquiagem se mostrou melhor percebida do que pouca maquiagem. Mas não sei se isso se aplica ao Brasil, rs. Era um estudo internacional, provavelmente em países mais frios. 

Estar arrumada :: Uma pesquisa recente mostrou que se arrumar não só melhora a percepção que os outros têm de você, mas também o seu desempenho. Isso mesmo que você leu. Inclusive, vou parar de trabalhar de pijama quando estiver em casa, rs. 

Estar na moda :: Calma, não estou falando de mom jeans, rosa com vermelho e bota branca. A ideia é que as suas roupas sejam atuais. Estar em dia com as tendências mostra que você está atualizada e em contato com o que está acontecendo à sua volta. Uma calça reta de 2018 não é igual à calça reta de 1990. Então, fique atenta. 

Salto :: Veja bem, eu não disse salto alto. Mas um salto qualquer. Mesmo que seja uma sapatilha… Se ela tiver um dedinho de altura no calcanhar já vai ajudar com outra coisa importante: a postura. Meu sapato mais confiante para mim é minha bota de montaria e ela tem dois ou três dedos de “salto”. Fico até mais alta (que com outros saltos iguais, rs). 

Postura :: Já que eu falei dela, não custa lembrar. Se der para se manter ereta, passa uma imagem muito mais confiante. Penso que mulheres altas podem ter mais dificuldade com isso. Eu lido bem com meus 1.80m. Mas ainda que você tenha 1.98m é melhor ficar ereta do que curvada. E o saltinho pode ajudar também. Outra coisa importante que eu aprendi a não fazer (apesar de amar) é cruzar os braços. Se você está numa apresentação importante ou numa entrevista de emprego de braços cruzados isso pode causar uma impressão mais antipática e fechada. 

Eu não estou dizendo que para ter autoestima é preciso estar maquiada, depilada, magra e de cabelo feito em cima de um salto. Não me interpretem mal. O que eu estou falando é sobre como a imagem pode passar mais confiança, mesmo que a gente não tenha tanta assim. E quem sabe algumas dessas coisas não muda de fato a sua percepção de si mesma, nem que seja no trabalho? Pelas minhas experiências posso testemunhar que funciona bastante, rs. É preciso se aceitar de dentro para fora? Sim. Mas às vezes de fora para dentro pode dar uma mãozinha também. Além disso, podemos usar as cores para passar a imagem que queremos. Supondo que você vá para uma entrevista de emprego ou tenha uma apresentação importante no trabalho. Que cor você usa? 

As da sua cartela? Com certeza, rs. Mas além da análise cromática, que te deixa com mais viço e beleza, as cores têm conotações universais para nós humanos. Mesmo que você esteja sendo entrevistada por um esquimó, a reação que cada cor provoca é praticamnte a mesma. Cores provocam até reações físicas e podem desde aumentar a sua pressão arterial até levar mais oxigênio para o cérebro. A psicologia das cores pode te ajudar a acertar já ao entrar pela porta. Tudo depende do que você busca passar, dependendo do cargo, da área, do entrevistador… 

Azul ::  É definitivamente a melhor cor para se usar numa entrevista de emprego, sobretudo se você é de áreas que trabalham com exatas. Azul é uma cor que passa confiança, inteligência, produtividade… Além disso está associada a áreas de tecnologia e indústria. Não recomendo muito caso você esteja buscando algo relacionado a comida (a menos que seja indústria), porque é a cor que corta o apetite. Eu bem uso prato azul aqui em casa, rs.  

Vermelho :: É uma cor muito ligada à emoção – o que pode ser vantagem ou não. Se você quer se mostrar dinâmica, pode ser uma boa escolha, ainda que seja num acessório ou no batom. Aliás, se você está participando de um processo de seleção coletivo, acho que é necessário vestir algo que te destaque da maioria. Um detalhe vermelho pode ser exatamente esse diferencial.

Cinza :: Pode ser uma boa cor para usar num ambiente de colaboração ou de solução de conflitos. É uma cor que não confronta o interlocutor e também passa uma imagem sólida. Por outro lado, pode parecer um pouco depressiva. Meu pitaco é usar com alguma outra cor mais viva, como o próprio branco. 

Bege ou marrom :: Se você trabalha ou pretende trabalhar em alguma área muito conservadora, como um escritório de direito, por exemplo, estas são duas cores que remetem a este universo. Uma blusa bege num blazer marinho, por exemplo, pode passar uma imagem mais austera. Se você sofre por ter cara de criança, essas cores podem te ajudar ainda mais. 

Existem mais cores, é claro. Mas acho que essas já norteiam um bocado, sem confundir. E o melhor é que todos esses podem ser coordenados com a sua cartela e contraste. Basta escolher o tom certo. Eu sei que tem uma demanda para mais posts deste assunto e eu prometo que vou abordar mais ainda. Mas estou guardando o melhor para um projeto que vou fazer ainda este ano… Vou manter o mistério, mas já aviso que membros da newsletter vão ter acesso primeiro, rs. Enquanto isso, espero que este postão ajude quem precisa! Feliz Dia Internacional da Mulher! Que um dia em breve a data se torne obsoleta…

Beijos,

gabi

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Ontem recebi um monte de marcações e directs no Instagram a respeito de um dos últimos looks Kate Middleton. A Princesa (princesa sim, ora) surgiu com um modelito amarelo estampado de cetim da Erdem e eu diria que não caiu muito bem. Em algumas fotos ficou tão prejudicada que cogitei que não estivesse bem de saúde ou que esteja grávida de um menino (a crendice popular diz que deixa a mãe meio abatida, sei lá, rs). Sinceramente, se eu estivesse grávida, não teria a menor paciência para uma social da nobreza. Seria só Netflix na horizontal. Então já aplaudo o esforço! O que não quer dizer que a gente não possa aprender com ela…

Acho que que Kate Middleton criou uma certa reputação e expectativa para seus looks, por isso a decepção e comoção geral. Mas veja bem, o vestido não é feio. O vestido só não é para ela… Talvez seja meio “matrona”, mas não é a tragédia que ficou o resultado final. Minha teoria é que não só a cor estava infeliz, mas também o tecido. Resolvi fazer um experimento com o Toscoshop e mudar todo o vestido:

Amarelo ocre de cetim estampado

Azul suave com acabamento tipo de crepe

kate middleton

Neste toscoshop eu mudei não só a cor do vestido da Kate Middleton, mas também o acabamento do tecido. Mudei de brilhante para fosco. Quem é minha cliente e é opaca já sabe que o tipo de material também interfere na coloração. Observem como no vestido original a pele dela parece amarelada e como se notam mais os sombreados. Os olhos também estão mais foscos. Ficou com uma aparência levemente envelhecida e cansada. Já na versão alternativa ela ficou com uma aparência um pouco mais viçosa e luminosa. Sem contar que a pele está mais homogênea.

Tem mais uma coisa: este tecido amarelo faz com que o vestido a ofuscasse completamente. Primeiro você vê o vestido e um tempo depois é que se nota ela. Com a opção azul, mais suave, ela está em harmonia com as cores e o acabamento. Eu não sei exatamente qual é a cartela da Kate Middleton… Pode ser que ela não tenha a cor que eu sugeri na sua estação. Apesar disso, já é um ganho bem nítido deste amarelo para o azul. Pode ser pelo tom, pode ser pelo brilho, pode ser pelo contraste… Mas que ficou melhor, ficou, né? Conseguem ver a diferença?

Pretendo lançar algumas novidades neste ano. Se você quiser ficar sabendo primeiro, inscreva-se na minha lista (essa é diferente da newsletter com os últimos posts do blog, para essa é só se inscrever na barra lateral do blog):



Beijos,

gabi

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Este é o último post do nosso xeque-mate, o mês em que eu postei todos os dias! Não foi fácil, mas foi delicioso. Amo fazer isso e se você não tem um blog, recomendo ainda que como hobby. Eu prometo tentar manter um bom ritmo… Mas o blog não paga meus boletos (não diretamente, rs) e eu preciso sempre priorizar os atendimentos – até porque eles me dão uma experiência ótima que divido aqui sempre que posso. Imagino que vocês entendam.

Ainda assim sou muito grata por cada clique e indicação para amigas de vocês. Nunca tive uma audiência tão legal e curiosa. Me dá um prazer enorme! E por favor, não parem de acessar, rs. Falando em curiosidade, foi só eu dizer que tinha receio de post de formato de rosto que todo mundo correu para pedir no Instagram, né? Essa coisa de democracia complica nossa vida, rs… Mas já que vocês pediram, eu vou tentar o meu melhor!

Aliás, vale ler o post sobre o rosto ao longo do tempo! Adoro esse post!

A complexidade no diagnóstico de formatos de rosto está na variedade. São 9 desenhos diferentes e uma montanha de possíveis diagnósticos, já que uma pessoa pode ter mais de uma demanda. Quando digo isso, falo de ter mais de um tipo de proporção para compensar. Na última vez que falei sobre formato de rosto era num post sobre penteados para noivas. Eu simplifiquei em 3 tipos de proporção:

Formato de rosto 

Rosto curto, Rosto proporcional (ou de proporção oval) e o rosto longo. Considerem o rosto oval como o ideal, o equivalente facial do corpo ampulheta. Nesse formato a largura é mais estreita que o comprimento. Qualquer coisa fora desta proporção pode estar curto (geralmente com uma mesma medida aproximada de altura e largura) ou longo (muito estreito em relação ao comprimento). 

Formato de rosto

Parece fácil até aqui, né? Calma que é só a introdução. Agora vamos apresentar os diferentes tipos de rosto: oval, redondo, quadrado, retângulo, triângulo, triângulo invertido, coração, longo e diamante. Complicou um pouquinho, né? Vamos ao desenho e a explicação individual…

Formato de rosto

Rosto Oval :: é a nossa referência de proporção. Nele a altura é um pouco maior que a largura e os traços são arredondados em cima e mais estreitos embaixo. 

 Formato de rosto     

Redondo :: a largura de uma dimensão muito próxima à da altura e o desenho é mais arredondado no maxilar e linha do cabelo.

Quadrado :: é como o redondo, só que com as extremidades mais angulares, resumidamente.

Longo :: é bem mais longo do que largo, mas com traços arredondados em cima e estreitos embaixo.

Retângulo :: é como o redondo, só que com as extremidades mais angulares, resumidamente. Costuma ter a mesma largura no maxilar e na testa.

Triângulo :: esse é bem auto-explicativo, rs. Acontece quando a base do rosto é mais larga do que a testa. 

Triângulo invertido :: também dá para imaginar… É quando o maxilar é muito mais estreito do que a testa. 

Coração :: é como o Triângulo invertido, só que com o pico da viúva evidente (aquele triângulo do cabelo na testa) e queixo mais fino.

Diamante :: tem a maçã do rosto larga e testa e maxilar estreitos.

Por favor, considerem as fotos e não as pessoas. Dentre todos esses, naquela escala de proporção, o redondo e o quadrado costumam ser o de proporção curta. O longo e o retângulo são os de proporção longa. E os demais costumam ser os proporcionais. Consegue identificar o seu? Minha recomendação é conseguir alguém para ler isso aqui e dizer para você. O espelho e a foto no ângulo errado podem enganar muito. Se for algo evidente, maravilha! Mas é sempre bom ter alguém de fora para ajudar… Ou um consultor de imagem, claro.

Vale lembrar que não existe um formato de rosto errado. Não é para se descabelar porque o seu rosto não é oval, ok? O que importa é ter o diagnóstico para ter uma noção do que fazer com os traços que o universo te deu. Todos os rostos podem ser bonitos. O que o consultor de imagem faz é compensar proporções. Ou vai dizer que a Gigi Hadid tem um rosto feio? Ou a Liv Tyler? Ninguém se atreveria numa afirmação estapafúrdia dessas, né? Então, sem neura!

E agora que você sabe quais são os traços do seu rosto, o que fazer com isso? Vou precisar de muitos posts para desenvolver sobre truques de ilusão de  ótica para formato de rosto. Mas a ideia é avaliar onde está faltando e onde está sobrando para tentar compensar com maquiagem, cabelo, óculos, formato de gola, modelagem de acessórios… É todo um mundo particular. Mas a gente chega lá!

E, aí? Satisfez a curiosidade de vocês? Conseguiram diagnosticar seu formato de rosto? Pode ser bem difícil mesmo mas não desistam, rs. E quem não quiser fazer isso sozinha pode contratar algum serviço de consultoria de imagem, obviamente. Eu ofereço dois pacotes. O Manual do Rosto que é online e costumo fazer para pessoas que não moram perto de mim. Ele conta com análise do formato do rosto, além das ilusões de ótica para seu formato e também um pouco de coloração usando o contraste. Ou ainda o de Análises Completas que conta com análise cromática, análise de estilo, de tipo físico e de rosto (isso também faz parte da consultoria completa, claro). Se tiverem dúvidas mandem aqui ou nas redes e para saber mais sobre os pacotes, basta clicar em Portfólio

Beijos,

gabi

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