20/10/2016

Sempre fui diferente. A maior pessoa da minha turma no colégio, sempre acima do peso e com um currículo de dietas fracassadas que começou na infância e perdura até hoje, rs. Tenho muitas inseguranças (claro!) mas, curiosamente, não posso dizer que tenho problemas de autoestima. Não lembro se foi sempre assim… Por ora, tem dado certo. Vejo muitas meninas e mulheres fabulosas que não se vêem como tal. Eu queria muito que todas soubessem o valor que têm. Não tenho uma receita de sucesso para dividir, não sou psicóloga, especialista ou coisa do tipo. No entanto, seu eu puder fazer 3 recomendações, são estas:

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1) Não coloque seu valor no seu corpo. Você é inteligente? É criativa? Talentosa? Habilidosa? Altruísta? Culta? Tem caráter? Integridade? Pelo menos uma destas você é. E diante disso por que o seu valor estaria no seu corpo? Vejo muitas mulheres que não se sentem boas o bastante enquanto tiverem um pneuzinho ou pochete. Muita gente já vai tentar colocar o seu valor no seu corpo. Aliás, eu adoro essas oportunidades de dar um fora magnífico num abusadinho. Mas o mais importante é que o seu valor está nos seus valores e virtudes. 

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2) Não se compare com ninguém. Ninguém é melhor do que você em ser você. Não existem duas de alguém. Eu queria ter o metabolismo da minha amiga que come um búfalo por dia e não engorda? Claro! Eu também queria saber cantar como a Mariah, ganhar dinheiro como Bill Gates, pintar como Dalí e ter a benevolência da Malala. Cada um tem seu talento, sua habilidade, seu charme, sua competência… Até nós mesmas. Seja muito boa em ser você mesma e isso já fará diferença. 

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3) Descubra o que te valoriza. O recheio é sempre mais importante. Mas a casca pode dar um levante significativo na autoestima. O apelo visual é muito forte para nós, humanos. Então cuidar da imagem sempre ajuda. Descubra o que te valoriza: as cores certas, aquela modelagem, um tipo de decote, a maquiagem certeira… Ou pelo menos não se sabote no sentido inverso. Não fique usando roupas apertadas, incômodas, que destacam algo que você não gosta, que não combinam com você. Enfim, não use coisas que fazem você se sentir mal. A melhor roupa, a melhor maquiagem, o melhor acessório é aquele que te passa segurança, alegria e bem-estar. Não é à toa que eu gosto tanto da Consultoria de Imagem, que ajuda tanta gente (eu mesma, inclusive) a se conhecer melhor e a se sentir confiante. 

E quando tudo isso falhar: escutar muita Beyoncé, de preferência cantando alto.

Beijos,

gabi

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  1. Gabriela Lopes

    20 out 2016 às 13h02

    Lindo post, realmente inspirador!

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  2. Daniela

    20 out 2016 às 15h47

    Que legal esse post, amei muito! Tenho uma baixa autoestima, e dessas coisas a que faço mais é me comparar com os outros, em todos os sentidos, não apenas o da beleza. Preciso me policiar para parar de fazer isso!

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  3. Celina Mello Franco

    20 out 2016 às 21h05

    Gabi adorei o post, me identifiquei muito!
    Bjs

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  4. Roberta Springer

    20 out 2016 às 22h43

    Adorei esse post, muito verdadeiro!

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  5. Martha

    26 out 2016 às 18h09

    Amei o post, está certíssima!

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  6. Raquel Bessa

    28 out 2016 às 23h25

    Isso mesmo! tava precisando ver um post desse. acho que vou colocar nos favoritos pra olhar quando vem aquela pressãozinha da sociedade… Sempre fui fora do padrão, mas pelo lado oposto: magrela e ‘pequena’ (dependendo do referencial). São realmente essas 3 coisas que me impulsionam a não ligar na maioria das vezes. Eu me sinto super bem com minha não-barriga e pernas finas e ainda sou totalmente saudável (já tive que fazer todo tipo de exames pra saber se tem alguma disfunção) e só basta isso, mundo!
    Obrigadaaaaa, Gabi linda <3

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